terça-feira, 18 de dezembro de 2007
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Somente...Arte
Nas velhas ruínasde uma igreja,
numa tela pintada,
num amanhacer, num anoitecer,
num rosto, num sonho,
num gesto, numa lágrima...
Encontrei Arte.
Somente...Arte.
Arte que sente,
Arte que estás nas alma de toda a gente...
És Vida, pura e sã,
Que reflecte um amanhã,
num espelho de água,
onde toco com o dedo,
sem ter medo...
Pois tu Arte...
ès a minha companheira,
neste teu mundo,
onde entrei,
sem me colocares,qualquer barreira!!!
Obrigada pela compreensão,
obrigada pela alegria,
Qua ambas vivemos,
neste quadro que pintamos de harmonia!
Nas velhas ruínasde uma igreja,
numa tela pintada,
num amanhacer, num anoitecer,
num rosto, num sonho,
num gesto, numa lágrima...
Encontrei Arte.
Somente...Arte.
Arte que sente,
Arte que estás nas alma de toda a gente...
És Vida, pura e sã,
Que reflecte um amanhã,
num espelho de água,
onde toco com o dedo,
sem ter medo...
Pois tu Arte...
ès a minha companheira,
neste teu mundo,
onde entrei,
sem me colocares,qualquer barreira!!!
Obrigada pela compreensão,
obrigada pela alegria,
Qua ambas vivemos,
neste quadro que pintamos de harmonia!
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Arte
“Só a Arte tem o poder de reproduzir representações da existência que nos possibilitam viver. São estas representações – terreno fértil para a recriação artística que, passando pelos imaginários individual e colectivo e nos possibilitam de reinventar o mundo.”
Nietzsche (s/data)
Nietzsche (s/data)
Arte
A arte é um veículo que busca a satisfação de uma função mental e espiritual … acaba por ser a respiração da nossa mente.
O artista é um construtor de mundos, que expande não apenas os seus próprios horizontes, mas, também, nos possibilita a expansão dos nossos.
(Jorge Gração, 1998).
O artista é um construtor de mundos, que expande não apenas os seus próprios horizontes, mas, também, nos possibilita a expansão dos nossos.
(Jorge Gração, 1998).
domingo, 25 de novembro de 2007
" A pureza da Arte"
O mais puro da arte,
está aqui, ali, em todo o lado.
Arte é vida!
minha, tua, do mundo.
A simplicidade revela, o profundo,
o inato, o belo.
Que está num quadro, numa imagem,
na Natureza, num gesto,
numa imensidão de sonhos,
está em mim, está em ti, está à nossa volta!
Arte de ser!
Arte de estar!
Arte de bem dizer!
Junta sons, cores, formas...
Vês ou não vês Arte?
Afinal o que é a Arte?
Arte é tudo...
O mais puro da arte,
está aqui, ali, em todo o lado.
Arte é vida!
minha, tua, do mundo.
A simplicidade revela, o profundo,
o inato, o belo.
Que está num quadro, numa imagem,
na Natureza, num gesto,
numa imensidão de sonhos,
está em mim, está em ti, está à nossa volta!
Arte de ser!
Arte de estar!
Arte de bem dizer!
Junta sons, cores, formas...
Vês ou não vês Arte?
Afinal o que é a Arte?
Arte é tudo...
sábado, 24 de novembro de 2007
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Criatividade sonora
Estes são os Stomp, acho que dispensam apresentações, de tantas tours que já fizeram. Aqui fica um grande video deles, que lhes retrata bem a criatividade artistica sonora que lhes brota de todo lado
Fica aqui o link do site deles,http://www.stomponline.com/
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Cântico Negro
"Vem por aqui" – dizem-me alguns com olhos doces,
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom se eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui"!
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos meus olhos, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre a minha mãe.
Não, não vou por aí!
Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde,
Por que me repetis: "vem por aqui"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis machados, ferramentas, e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátrias, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios.
Eu tenho a minha Loucura!
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que me guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou,
Sei que não vou por aí.
Autor: José Régio
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom se eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui"!
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos meus olhos, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre a minha mãe.
Não, não vou por aí!
Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde,
Por que me repetis: "vem por aqui"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis machados, ferramentas, e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátrias, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios.
Eu tenho a minha Loucura!
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que me guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou,
Sei que não vou por aí.
Autor: José Régio
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Beatbox - Felix Zenger
In http://www.youtube.com
Beatboxing ... A arte da percussão vocal...
Visualize outros vídeos deste género:
Vídeo 1
Vídeo 2
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
A lágrima da primavera...
Surgiu no céu, o esplendor das nuvens
Potentes fontes de água em abundância
Que, ora cairá, sem a menor relutância
E calhará ao guarda-chuva. A ferrugem!
E a lágrima da natureza desliza em sua face
E como lâmina nos acerta o leito
Estronda o trovão do raio em nosso peito
Deixa então, que a nossa natureza se entrelace.
Um dia, a gota da primavera
Destruíra o solo do mais pobre mendigo
Ele tomou conta de estar somente consigo
Porque não pôde tomar afeição por uma fera.
E a fera causou ao seu lar, algumas feridas...
Porque a natureza neste dia, chorou.
A gota da primavera, então derramou
E as feridas viraram flores floridas.
Homem, coloca o alvo sob sua mira
Pensas que o mundo não tem riqueza
Faz-se objectivo, destruir a natureza...
Com os planos, que habita numa mente traíra.
Que mal, há de fazer-nos o próprio mundo
Local de onde somos mais amado com lindos tapetes
Sob os pés sujos de corrupção?
Esta nossa raça humana é como poço sem fundo
Cria-se asfalto para o nosso mundo de enfeite
Desmatando mais do que se pode dar em protecção.
A ganância, cega o verde da rica flora
Que cresceu sob os nossos fétidos pés
Óh! Mundo belo que nos reverencia como deuses.
E como deuses impiedosos que o mundo explora
Chicoteamos a mãe inocente sem revés
Para lamber o sangue que jorra infinitas vezes.
Quanto mais a natureza nos aclame e nos acaricia, mesmo triste com suas belas lágrimas, mais nós a "chicoteamos", ambos, num ciclo infinito de uma grande e injusta troca por nossa conta.
tem que ser visto até ao fim
http://www.youtube.com/watch?v=ldPf3yqq3-8
http://www.youtube.com/watch?v=JzqumbhfxRo&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=JzqumbhfxRo&feature=related
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